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sábado, 27 de maio de 2017

Existimos e somos fortes


A matéria abaixo foi publicada em fevereiro deste ano, e tem como personagens muçulmanas LGBTTQI e suas vidas sob a administração de Donald Trump nos EUA. Sua autora é a ativista Samra Habib, idealizadora do projeto fotográfico "Just me and Allah: a Queer Muslim Photo Project", que busca dar visibilidade a lésbicas e gays dentro da comunidade muçulmana. As fotos são do texto original e retratam as entrevistadas.

A imagem que ilustra o post, "Watercolor Muslim Women", é de Rasirote Buakeeree, e foi extraída aqui.

Mulher, muçulmana e lésbica: "Existimos e somos fortes"

Samra Habib

Tem sido difícil ser muçulmano na última semana. Enquanto norte-americanos de todos os credos e religiões protestavam pelo país contra o decreto de Trump que vetou a entrada de cidadãos de sete países de maioria muçulmana, vieram as notícias de um atentado a tiros em uma mesquita em Quebec.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Educar é dar exemplo, não exigir obediência


Vai abaixo uma bela história de respeito e tolerância. Fonte ao final.

Educar é dar exemplo, não exigir obediência

Zain Rizvi

"Você quer apanhar, Jafar?", rosnou o professor da nossa madrassa [escola], agitando sobre a cabeça uma régua de quase um metro de comprimento.

"Não, senhor", respondeu o aluno assustado.

"Então pare de falar e comece a ler", grunhiu o Lorde Sith de salwar [roupa típica no continente asiático].

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

A busca segue incompleta


Publicamos abaixo nossa versão para um poema de Hamza Shinwari (1907-1994), poeta paquistanês da etnia Pashto [Pachto, Pashtun]. Na fonte indicada ao final há o poema no original e em inglês. O tema, conforme interpretamos, é a busca constante através do tempo; uma jornada repleta de dificuldades e riscos, mas o paraíso (jannah) está no horizonte.

Aproveitamos o ensejo para fazer uma observação. Os poemas que temos publicado aqui no Oceano da Paz são, em regra, versões de versões, ou seja, trazemos os versos para o português a partir das traduções em inglês ou espanhol do original (seja árabe, urdu etc.). Nesse processo, trabalhamos estilisticamente as palavras, suprimimos ou sintetizamos outras, adaptamos ou modernizamos algumas expressões. Tentamos preservar o espírito daquilo que entendemos como tendo sido a intenção do poeta, mas não podemos garantir o rigor. Portanto, tenha o leitor em mente que o poema abaixo -assim como os demais, como dito- são mais poemas reconstruídos do que meramente traduzidos. Diz o bordão, "Traduttore, traditore" ("Tradutor, traidor"). Se nenhuma tradução é exata, que dirá a tradução da tradução- ainda mais em termos de poesia.

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