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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Hussein, ou o martírio como ato de amor


Reproduzimos abaixo um pequeno trecho da obra Reason, Faith and Revolution, do militante e intelectual marxista inglês Terry Eagleton. Fala sobre o ato de martírio e o quão se difere da morte banal e destrutiva dos terroristas. Após o texto, há um vídeo do clérigo iraquiano radicado no Canadá, Usama al-Atar, performando Every day is Ashura, every land is Karbala. A imagem que ilustra o post é Sacrifice Karbala, e foi extraída aqui.

É o nosso tributo a Hussein ibn Ali ibn Abu Talib, a paz seja com ele e com toda a Casa Profética, na Ashura deste ano de 1438 a.H.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Dançar é preciso, viver não é preciso


(publicado originariamente
no Platitudes Banais)

O clérigo xiita kuwaitiano Yasser Habib, à pergunta (*) se é ilícito cantar ou tocar música:

Cantar e tocar música é uma armadilha de Satã, através da qual ele tem acesso à alma e ao coração do indivíduo e o leva à concupiscência, motivo pelo qual devem ser proibidos.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

O futuro do Iraque pós-Sistani


O texto abaixo faz conjeturas acerca da inevitavelmente próxima -haja vista a idade avançada do clérigo- sucessão de al-Sistani, o maior expoente religioso iraquiano. Trata, ainda, da disputa (de claros contornos geopolíticos) entre o xiismo iraquiano e o iraniano, bem como do interesse deste último em obter primazia no país vizinho.

O Iraque pós-Sistani, o Irã e o futuro do Islã xiita

Hayder al-Khoei

Durante uma recente viagem à minha cidade natal, Najaf, no sul do Iraque, eu me deparei com um livro intitulado "Meu líder Khamenei" na biblioteca pessoal de um clérigo, estudante do seminário islâmico (Hawza 'Ilmiyya Najaf). Ele havia pego esse livro em uma livraria próxima ao santuário do Imam Ali, onde o primeiro imam xiita está enterrado. É um destino popular entre os peregrinos muçulmanos- especialmente xiitas- do mundo inteiro.

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